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Estes 5 exercícios irão ajudá-lo a alcançar o êxtase na cama

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Muitos dos problemas que enfrentamos como adultos começam na infância e adolescência. Por exemplo, uma criança pode ser pega examinando os órgãos genitais e envergonhada. Depois disso, ele concluiu que era impossível estudar seu corpo e suas capacidades, e por isso eles poderiam ser repreendidos ou, no pior dos casos, mutilados. O resultado é uma pinça pélvica. Uma primeira experiência sexual ruim ou viver com um parceiro que tira sarro de seu corpo e preferências de cama também coloca sua área pélvica em risco. Essa área deve ser tratada com atenção especial, pois é ela quem é a responsável pelo orgasmo, bem como pela capacidade de aproveitar a vida e conseguir o que deseja.

Além da falta de orgasmo, o grampo na pelve apresenta várias manifestações desagradáveis:

  • períodos dolorosos;
  • doenças ginecológicas;
  • síndrome das "pernas de algodão";
  • incapacidade de relaxar e confiar nos outros;
  • o centro de gravidade muda e a pelve fica muito para trás ou, inversamente, dobrada de maneira não natural;
  • perda de energia e falta de motivação.

Além disso, alguns muitas vezes tropeçam do nada. Não há nada de surpreendente nisso: a zona pélvica é a mais extensa do corpo, começa na região do ílio e termina nos pés, e se houver uma pinça nessa parte, não podemos ficar firmes e confiantes no chão, não sentimos apoio.

Qualquer grampo físico pode ser trabalhado e, assim, mudar radicalmente a qualidade de vida: a pélvis começará a se mover livremente, você sentirá apoio e cada movimento lhe trará prazer.

Existem duas práticas de terapia corporal para aliviar a tensão em uma área inteira do corpo. O primeiro permitirá que você relaxe a pélvis e, se realizado regularmente, ajudará a se livrar da pinça, o segundo visa desenvolver a sexualidade e trabalhar com o orgasmo.

Prática de remoção de grampos

Você precisa deitar no chão (em um tapete ou carpete), colocar os pés e dobrar os joelhos. Em seguida, levantamos a pélvis, criando tensão muscular e começamos a bater levemente a pélvis no chão, abaixando e elevando dinamicamente as nádegas. A pélvis começa a saltar: continuamos a aumentar a amplitude e conectamos a respiração alta com o som. Nosso objetivo é sentir a vibração e enviá-la para a região pélvica. Realizamos o exercício por 5 minutos.

Prática de reflexo do orgasmo

O exercício consiste em 5 etapas de 15 minutos. É importante se sentir confortável ao fazê-lo: você pode colocar um cobertor sob as costas, tirar os sapatos, ligar uma música relaxante. Nos primeiros quatro estágios, você precisa respirar pelo estômago, prestando atenção a cada inspiração e expiração e concentrando-se em si mesmo e em seu corpo.

1 estágio

Posição inicial: deitado de costas, pés puxados até a pélvis, pernas dobradas na altura dos joelhos. Colocamos nossos punhos sob os pés e levantamos a pélvis para que o púbis seja o ponto mais alto do corpo. É importante não abaixar a pélvis até o chão e continuar a empurrá-la para cima. Logo haverá vibração nas pernas devido à forte tensão (como deveria ser). É muito importante segurar e não abaixar a pélvis por 15 minutos.

2 estágios

Retiramos os punhos sob os calcanhares e estendemos os braços para os lados, enquanto continuamos a manter a pélvis levantada. Deixe-se brilhar de verdade! Agora tudo é possível: gritar, chorar, xingar, bater as mãos no chão, cantar músicas. No processo, os fluxos de energia se moverão ativamente por todo o corpo. Normalmente, neste ponto, as vibrações aumentam muitas vezes, mas o corpo pode ficar tão bloqueado que quase não haverá tremores.

3 estágios

Começamos a mover a pélvis para cima e para baixo, como se estivéssemos empurrando e puxando alternadamente em direção ao chão. Você precisa balançar a pélvis o mais rápido possível, mas com cuidado – não bata o cóccix no chão. Aqui, novamente, é importante permitir-se ser você mesmo e entregar-se completamente à dança dos quadris e da pélvis.

4 estágios

Abaixamos a pélvis no chão e começamos a espalhar e reduzir os joelhos com uma pequena amplitude. Nesta fase, direcionamos a atenção para o períneo e monitoramos as reações do corpo: pode haver um tremor perceptível ou nenhuma reação. É melhor começar o exercício sem expectativas.

5 estágios

A etapa final é dedicada ao relaxamento: esticamos as pernas e descansamos, observando nosso corpo, sentimentos e sensações. Você pode ver como os fluxos de energia circulam por todo o corpo.

Você pode obter muito prazer com essa prática, mas a melhor parte é que ela abre caminho para outro prazer – o orgasmo. Este exercício deve ser feito pelo menos uma vez por semana para aliviar a tensão acumulada e facilitar a vivência das emoções.

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